O presidente do Conselho de Defesa do Policial em Exercício da Função (CDPEF), Ricardo Valente, posicionou-se em defesa dos policiais que apareceram em vídeo torturando um adolescente de 15 anos, no último dia 28 de agosto.

 

Ele aafirma que o vídeo não é prova de que de fato houve crime, sendo necessária maior investigação para que não seja cometida “nenhuma injustiça”. Ricardo ainda afirmou que os policiais suspeitos ainda não foram identificados, mas, quando reconhecidos, serão atendidos judicialmente pelo conselho.

 

“Estamos diante de um vídeo que a gente não sabe ao certo o que aconteceu, não temos laudo, não temos trabalho pericial, não temos investigação, não temos absolutamente nada”, disse em entrevista, durante apresentação de estratégias de combate à criminalidade ao Conselho Estadual de Segurança Pública (Consesp), nesta quarta-feira, 5. “O vídeo não é uma prova, é um indício de prova. É um documento de que houve uma situação. Os meios devem ser apurados para que a gente não cometa nenhuma injustiça”.

 

Fonte: O Povo Online.

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