A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Ceará (PCCE), investiga a informação de que uma facção criminosa teria um cemitério clandestino para torturar, matar e enterrar rivais, em Fortaleza. A prisão do suspeito de chefiar o grupo ocorreu na última terça-feira (27) e foi divulgada na quinta-feira (29).

Conforme a Polícia Civil, ele é suspeito de ordenar mortes e comandar o tráfico de drogas e de armas de fogo nos bairros Barroso e Serrinha, na capital cearense. O preso nega envolvimento com o crime.

O grupo comandado pelo suspeito é apontado como responsável por torturar e matar um traficante inimigo que atuava no Bairro Serrinha. As investigações da Draco apontam que a prática da tortura pela quadrilha era recorrente. Para isso, os criminosos se utilizavam de um terreno, próximo a uma pocilga, que servia de cemitério clandestino.

O suspeito de ser chefe da facção foi preso próximo a sua residência, no município de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), na terça-feira (27). No imóvel, foram apreendidos um revólver, munições, mais de R$ 1,2 mil em espécie, aparelhos celulares e comprovantes bancários, que serão analisados pela Polícia Civil.

O homem – que já tinha passagens pela Polícia por tráfico de drogas, associação para o tráfico e associação criminosa – foi autuado, desta vez, por integrar organização criminosa, posse ilegal de arma de fogo e receptação.

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Com informações do G1

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