A versão de José Valmir Nogueira da Silva Filho, vulgo “V3“, 19 anos, sobre o assassinato de Camila Nunes Maciel, da mesma idade, encontrada morta na manhã da última quinta-feira (10) na periferia de Quixeramobim não convenceu a Polícia Civil. Ao ser preso em flagrante o suspeito alegou que matou a jovem por ciúmes. Disse que era namorado dela.

Para a Polícia Civil, a confissão de “V3“, é fantasiosa. O delegado regional Marcus Vinicius Damasceno informou que as investigações vão continuar. Caberá ao delegado Thiago Salgado, titular da Delegacia Municipal de Quixeramobim a conclusão dos trabalhos. A suspeita é de que a vítima foi executada, com um tiro na nuca a mando de uma facção criminosa.

A Polícia Civil apurou que em janeiro de 2018 Camila foi uma das vítimas de tortura praticada por membros de uma facção. Ela teve os cabelos cortados e foi obrigada a ir embora da cidade. Quase dois anos depois ela voltou de São Paulo. Estava com saudade da família. Como os autores da tortura estão presos, imaginava não haver mais risco.

Entretanto, “V3“, cujo pseudônimo faz alusão ao grupo criminoso, é apontado como novo líder na cidade e para manter o posto deveria matar Camila. Para atrair a jovem ele teria pago um prêmio de R$ 1.000,00 a Francisco da Silva Gomes, 21 anos“, integrante do seu grupo, para atrair a jovem para o local onde foi assassinada.

Os dois estão presos em Fortaleza. Eles foram autuados em flagrante pelo assassinato qualificado, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

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Fonte: Diário do Sertão Central

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