Na manhã desta sexta-feira (26), a sessão extraordinária convocada pela Câmara Municipal de Quixeramobim, não obteve quórum. Motivo da sessão seria a votação da mensagem do Executivo Municipal, do projeto de Lei N° 001/2018, que trata do repassa de até R$ 10 milhões, durante o ano de 2018, para convênios que dispõe a Lei Municipal N° 1.665/1997.

Dos vereadores convocados para sessão extraordinária apenas cinco compareceram, sendo os vereadores François Saldanha, Claudinha Borges, Francisco José (Kim), Cristina Pimenta e Célio Neto.
Para ocorrer à votação seriam necessários pelo menos oito parlamentares com presenças registradas.

Sendo assim o texto do projeto de Lei que seria votado nesta sexta-feira (26), autorizado o repasse financeiro, por parte do munícipio de Quixeramobim, para instituições filantrópicas, não foi votado. O grande problema está no repasse á gestão do Hospital Regional Dr. Pontes Neto, que seria uma proposta apresentada pela gestão municipal que não está sendo bem vista, a proposta é que a unidade saia da gerência do município e seja gerenciada por uma instituição filantrópica.

O projeto apresentado pela gestão municipal enfrenta duras críticas, que vem principalmente de vereadores da oposição. Segundo informações a vereadora Cristina Pimenta, afirmou que o município consegue gerir o Pontes Neto, sozinho. Outro ponto negativo no projeto é o repasse do montante solicitado, que não ficou bem claro como será feito o repasse para as instituições.

Consta também no projeto de Lei o repasso financeiro do município para instituições filantrópicas já existentes, como: Casa do Ancião, Hospital Infantil e Casa de Acolhimento. O que está sendo questionado é o porquê de o projeto não vir com uma quantidade exata para cada instituição. Outra sessão foi marcada para o dia 02 de fevereiro.

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